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Descubra como Tiago Schietti transforma cemitérios em espaços de conforto e acolhimento  

Emi Takavara
Por Emi Takavara 10/06/2026 6 Min de leitura
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Tiago Schietti
Tiago Schietti
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O empresário do setor cemiterial e funerário, Tiago Schietti, pontua que a qualidade de um cemitério ou de uma funerária não se mede apenas pelo estado das instalações ou pela eficiência dos procedimentos administrativos. Para ele, o verdadeiro diferencial de qualquer operação nesse segmento está na forma como as famílias são recebidas, ouvidas e amparadas durante um dos períodos mais vulneráveis de suas vidas. 

Contents
O que uma família realmente precisa quando chega a um cemitério ou funerária?Acolhimento como competência técnica: Formação de equipes para o momento mais difícilComo a gestão cemiterial pode integrar saúde emocional e eficiência operacional?O cuidado com as famílias como fundação de um setor funerário verdadeiramente humano

Essa convicção, cultivada ao longo de anos de atuação no setor, é hoje uma das marcas do debate sobre modernização e humanização dos serviços funerários no Brasil. Continue lendo para entender por que o acolhimento às famílias é hoje uma competência estratégica na gestão cemiterial e como profissionais estão contribuindo para reposicionar esse tema no centro do debate setorial.

O que uma família realmente precisa quando chega a um cemitério ou funerária?

Responder a essa pergunta com honestidade exige que gestores e profissionais do setor funerário saiam do campo operacional e se aproximem da experiência emocional das pessoas que chegam em busca de ajuda. Em geral, essas famílias chegam desorientadas, com o tempo de reação reduzido pelo choque da perda, precisando de orientação clara, de um ambiente acolhedor e, acima de tudo, de profissionais que demonstrem presença genuína e não apenas eficiência técnica. Essa distinção, aparentemente simples, muda completamente a percepção do serviço prestado.

Segundo Tiago Schietti, a dimensão do acolhimento começa antes mesmo do primeiro contato presencial. A forma como um atendimento telefônico é conduzido, a clareza das informações disponíveis nos canais digitais da empresa e até a sinalização interna de um cemitério comunicam ao visitante se ele está em um lugar preparado para cuidar dele. Cada detalhe compõe uma narrativa de cuidado que ou confirma ou contradiz o compromisso da instituição com as famílias.

Acolhimento como competência técnica: Formação de equipes para o momento mais difícil

Um equívoco comum entre gestores do setor funerário é acreditar que o acolhimento é uma qualidade inata: ou o profissional tem empatia natural ou não tem. Essa visão, além de equivocada, é prejudicial para toda a cadeia de atendimento. O acolhimento é, sim, uma competência que pode ser desenvolvida, treinada e avaliada, desde que a organização compreenda sua importância estratégica e disponha de metodologias adequadas para cultivá-la nas equipes.

Tiago Schietti
Tiago Schietti

Como retrata Tiago Schietti, especialista em gestão cemiterial, preparar um profissional para atuar no setor funerário vai muito além do treinamento técnico em procedimentos e regulamentações. Envolve capacitação em comunicação em situações de crise, escuta ativa, manejo das próprias emoções diante de contextos repetitivos de perda e habilidade de orientar famílias sem criar pressões adicionais sobre quem já está fragilizado. Esses conhecimentos, quando integrados à formação do profissional, transformam radicalmente a qualidade do serviço prestado.

Como a gestão cemiterial pode integrar saúde emocional e eficiência operacional?

Essa questão toca em um dos pontos de tensão mais frequentes na administração de cemitérios e funerárias: a percepção de que humanizar o atendimento significa necessariamente reduzir a eficiência ou aumentar os custos operacionais. Essa crença, contudo, não encontra respaldo na experiência de organizações que já percorreram esse caminho. Na prática, um atendimento mais empático e organizado tende a reduzir retrabalhos, reclamações e situações de conflito, tornando toda a operação mais fluida e sustentável.

Nesse panorama, Tiago Schietti pontua que integrar saúde emocional e eficiência operacional é uma questão de alinhamento entre cultura organizacional e tecnologia de gestão. Ferramentas digitais que automatizam as etapas burocráticas liberam os profissionais de atendimento para o que realmente importa: a presença qualificada junto às famílias. Quando a tecnologia serve ao propósito humano da organização, ela potencializa o cuidado em vez de substituí-lo.

O cuidado com as famílias como fundação de um setor funerário verdadeiramente humano

À medida que o setor funerário brasileiro avança em maturidade, a discussão sobre acolhimento deixa de ser uma pauta complementar e passa a ocupar posição central no debate sobre qualidade, ética e reputação das organizações. Famílias cada vez mais informadas e exigentes não se contentam apenas com a execução correta dos rituais: buscam parceiros que as tratem com respeito, que sejam transparentes nas informações e que demonstrem cuidado real durante toda a jornada de atendimento.

Tiago Schietti finaliza demonstrando que esse é um dos indicadores mais claros de que o setor está evoluindo na direção certa. Quando as famílias passam a demandar qualidade no acolhimento e não apenas na operação técnica, elas estão sinalizando que reconhecem o valor de um atendimento humanizado e que estão dispostas a escolher seus prestadores de serviço com base nesse critério. 

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Tag:O que aconteceu com Tiago Oliva SchiettiQuem é Tiago Oliva SchiettiTiago Oliva SchiettiTiago Oliva Schietti CVMTiago SchiettiTiago Schietti CVMTudo sobre Tiago Oliva Schietti
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