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Profissionalização do setor funerário: Entenda desafios e caminhos possíveis

Emi Takavara
Por Emi Takavara 13/02/2026 5 Min de leitura
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A profissionalização do setor funerário exige preparo técnico e gestão eficiente, afirma Tiago Schietti.
A profissionalização do setor funerário exige preparo técnico e gestão eficiente, afirma Tiago Schietti.
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Segundo Tiago Schietti, a profissionalização do setor funerário tem ganhado espaço nas discussões sobre gestão, qualidade de serviço e responsabilidade social. Em um segmento que lida diretamente com a dignidade humana, a organização dos processos, a qualificação das equipes e o cumprimento rigoroso de normas não são apenas diferenciais competitivos, mas requisitos essenciais.

Contents
O que significa profissionalizar o setor funerário?Quais são os principais desafios enfrentados?Como a capacitação impacta a qualidade do serviço?De que forma a gestão estratégica contribui para o avanço do setor?Qual o papel da tecnologia nesse processo?Como fortalecer a governança e a conformidade legal?Quais caminhos possíveis apontam para o futuro?

A seguir, vamos analisar os principais desafios da profissionalização do setor funerário e os caminhos possíveis para consolidar uma atuação mais técnica, ética e sustentável. A evolução do mercado exige preparo estratégico, visão de longo prazo e compromisso com padrões elevados de gestão.

O que significa profissionalizar o setor funerário?

Profissionalizar o setor funerário significa estruturar processos com base em normas técnicas, capacitação contínua e gestão estratégica, como aponta Tiago Schietti. Isso envolve sair de um modelo puramente operacional e adotar práticas administrativas, financeiras e jurídicas mais organizadas e transparentes.

Também implica valorizar a formação técnica dos colaboradores, estabelecer protocolos claros de atendimento e garantir conformidade com exigências sanitárias e ambientais. A profissionalização é, portanto, um movimento de amadurecimento institucional.

Quais são os principais desafios enfrentados?

Entre os desafios mais comuns estão a informalidade histórica de algumas operações, a resistência à modernização e a falta de investimento em qualificação. Em muitos casos, empresas familiares enfrentam dificuldades para implementar modelos de gestão mais estruturados.

Outro obstáculo relevante é a complexidade regulatória. O setor funerário está sujeito a normas sanitárias, ambientais e administrativas que exigem atualização constante. Sem organização interna, o risco de falhas e penalidades aumenta.

Como a capacitação impacta a qualidade do serviço?

De acordo com Tiago Schietti, a qualificação profissional é um dos pilares da transformação do setor. Colaboradores bem treinados compreendem protocolos técnicos, padrões de segurança e práticas de atendimento humanizado, reduzindo erros e melhorando a experiência das famílias.

Além disso, a formação contínua fortalece a imagem institucional da empresa. Quando a equipe demonstra preparo técnico e postura ética, a confiança se consolida e a reputação se torna um ativo estratégico.

Para Tiago Schietti, os desafios do setor funerário reforçam a importância da profissionalização contínua.
Para Tiago Schietti, os desafios do setor funerário reforçam a importância da profissionalização contínua.

De que forma a gestão estratégica contribui para o avanço do setor?

A gestão estratégica permite planejar investimentos, controlar custos e definir metas de desempenho, como analisa Tiago Schietti. Cemitérios, crematórios e funerárias que adotam indicadores de qualidade conseguem monitorar resultados e promover melhorias constantes.

Com planejamento estruturado, torna-se possível antecipar demandas, modernizar infraestrutura e incorporar tecnologia de forma consciente. A profissionalização deixa de ser apenas discurso e passa a ser prática institucional.

Qual o papel da tecnologia nesse processo?

A tecnologia é uma aliada importante na organização de contratos, registros e fluxos operacionais. Sistemas digitais reduzem falhas manuais, aumentam a rastreabilidade das informações e contribuem para maior transparência.

Entretanto, a digitalização deve caminhar junto com a humanização. O setor funerário exige sensibilidade, e a tecnologia deve servir como suporte, não como substituição do contato empático e responsável.

Como fortalecer a governança e a conformidade legal?

Conforme Tiago Schietti, a adoção de políticas internas claras, auditorias periódicas e acompanhamento jurídico especializado são medidas essenciais para fortalecer a governança. A conformidade com normas sanitárias e ambientais reduz riscos e aumenta a credibilidade institucional.

Empresas que estruturam processos internos de controle e documentação demonstram compromisso com a legalidade e com a qualidade do serviço. Isso também facilita a relação com órgãos reguladores e parceiros institucionais.

Quais caminhos possíveis apontam para o futuro?

O futuro do setor funerário passa pela integração entre gestão moderna, qualificação técnica e responsabilidade social. A valorização do profissional, o investimento em inovação e a padronização de processos são etapas fundamentais desse percurso.

Portanto, a profissionalização não é um ponto final, mas um processo contínuo de aprimoramento. Ao assumir esse compromisso, o setor fortalece sua imagem, amplia sua sustentabilidade econômica e reafirma seu papel essencial na sociedade.

Autor: Diego Velázquez

Tag:O que aconteceu com Tiago Oliva SchiettiQuem é Tiago Oliva SchiettiTiago Oliva SchiettiTiago Oliva Schietti CVMTiago SchiettiTiago Schietti CVMTudo sobre Tiago Oliva Schietti
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